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SALPICOS DA VIDA

Cores, retalhos, pontos, momentos e emoções que vão acontecendo no tempo e na vida.

SALPICOS DA VIDA

Cores, retalhos, pontos, momentos e emoções que vão acontecendo no tempo e na vida.

31.03.09

Encantos da minha vida.

Maria
É preciso dar calma, satisfação e objectivos aos nossos dias. Sobretudo quando tanta coisa carece de significado. Os meus dias têm animais. Têm flores e perfumes. Mexer na terra transmite-me energia. Ver as plantas a sair das sementes, crescer, florir e sentir o seu perfume faz-me acreditar no amanhã. São coisas simples, vulgares, mas são valiosas para mim. Estas são as imagens dos "encantos do meu jardim".    
23.03.09

E a Primavera chegou.

Maria
A roda deu mais uma volta e a natureza renasce. De manhã, enquanto me dirijo para o trabalho, o sol ergue-se no horizonte, ilumina, aquece, abençoa a natureza e também o meu coração. Contamos com o sol a cumprir o seu trajecto no céu todos os dias, como se não fosse nada de especial. Mas é um milagre. Um milagre que pode dar sentido à vida.
03.02.09

Sair do Buraco

Maria
Estive metida num buraco. Dobrada, enrolada sobre mim mesma, sem ouvir, ver ou sentir nada que não fosse a minha dor. O mundo lá fora continuava indiferente, frenético, inconsciente, louco. A minha existência estava à parte, longe, sem esperança, sem futuro… Partir um dia, sentir a dor de ver partir os que amamos é o destino que temos. A comunicação, a presença que sempre existiu acabou! Não existe mais. Não adianta gritar, chamar, pedir. Não somos ouvidos e se (...)
10.09.08

Estou a ficar "cota"

Maria
Ontem foi o dia de encerramento da Festa das Vindimas. É uma tradição nossa ir a Palmela nesta noite para ver o cortejo, o fogo de artifício e  claro que fazemos a prova do moscatel. Dei-me conta de que estava imensa gente e imenso barulho. Foi durante o desfile que me apercebi que estou a ficar "cota". É que no meu tempo as pessoas paravam para assistir e respeitavam o espaço onde o evento decorria. Agora não, fica tudo caótico, as pessoas andam de um lado para o outro, (...)
09.09.08

Cura para a neura

Maria
Segunda-feira foi um daqueles dias em que me levantei com uma "telha" tão grande que nem tinha paciência para me aturar. Não me sentia bem em lado nenhum, não me apetecia fazer nada, só pensamentos tristes me vinham à mente... Resolvi ir ao Centro Comercial  - passeio dos tristes, sobretudo quando o dinheiro está escasso. Depois de lá chegar vi o cartaz do filme Mamma Mia e... fui assistir, devidamente acompanhada de um pacotinho de pipocas. E não é que me fez bem? Há (...)
31.08.08

Acabaram-se as férias

Maria
Amanhã é dia de trabalho e recomeça tudo outra vez, para o ano há mais. Porque será que o tempo de férias nunca chega para fazer o que queremos? Mas descansei, li, dormi, o resto logo se vê. Há muita coisa proibida para mim, mas concedo-me o luxo de viver sem stress. Simplesmente não vale a pena, o trabalho não foge e ninguém o vem fazer, portanto se não for hoje será amanhã. Tentei que o meu dia fosse agradável e estou contente porque consegui. Não foi nada (...)
25.08.08

Teatro da vida

Maria
Que segredo esconde a vida que não se deixa desvendar. Um dia atrás do outro, dia - noite - dia... um padrão desconhecido e sempre igual. É como um mar infinito de ondas alterosas. Os seres por aí vão, crista e cava, sem destino, sem resposta.  Seres perdidos entre o nada da existência.Tão grande é a ilusão nesta representação inconsciente de marionetas. Alguém puxa os cordéis. Com crueldade? Com indiferença?  Sem saber porquê ou para quê, as marionetas representam (...)
11.08.08

Quem sai aos seus...

Maria
Estou agora a comprovar que os filhos aprendem com os pais sobretudo através do exemplo. Sempre me senti muito ligada aos animais, com um imenso respeito por eles e pela sua vida . Sem que o fizesse conscientemente acabei por transmitir esses valores aos meus filhos. O  exemplo mais recente é o Rufus. Ainda é um cachorro, mas já tem uma história triste para contar. Um dos meus filhos  encontrou-o abandonado à beira duma estrada, com as duas patas traseiras partidas. As fracturas (...)
09.08.08

Já perece um jardim

Maria
Era um monte de entulho, sem utilidade, estava feio. Adoro plantas e então pensei que com algum trabalho poderia ser um recanto agradável, fresquinho e bonito. Realmente deu muito trabalho e ainda falta fazer muita coisa, mas está a ficar muito bonito. Com muitas flores, muito fresquinho e com o som da água a correr. Valeu a pena.
05.08.08

Finalmente de férias!

Maria
Não posso dizer que os últimos doze meses foram fáceis para mim. Com a partida prematura do nosso grande amigo, a doença e posterior partida do meu querido pai, a doença da minha mãe... e a tudo isto juntou-se o trabalho, nem sempre fácil e com muitas incertezas. Como tantas vezes repito para mim própria - a vida não é fácil. Agora estou de férias, abençoadas sejam. É verdade que não vou sair de casa devido a vários motivos, sobretudo ao facto da minha mãe sofrer de (...)